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quarta-feira, 4 de setembro de 2013




Galera...
Vamos começar o dia com um assunto bem quente!
matéria da net para esquentar  assunto...

Vamos comentar pq o assunto tem sido de grande interesse.
Beijos doces e melados

Prazer anal: o manual do fio terra

Eita, que hoje o assunto é grosso e é profundo! Senta, leitora. Senta que vem aí uma história oral e, pois sim, anal! Senta, leitora, senta que, com sua licença, vou meter primeiro um dedinho, e depois mais outro, de prosa num assuntinho espinhoso.
Uma moça me escreveu. Como costuma acontecer por aqui, quando bate e-mail na caixa, o e-mail vem com uma promessa de “dúvida cruel”. E não é que, desta vez, a dúvida não só era cruel, como era crudelíssima, uma coisa assim dolorida e complicada?
Diz a minha leitora que tem um namorado. Ela o ama. Ele a ama. Corre tudo bem a dois. O sexo anda às maravilhas. Na cama, comenta a minha escritora, tudo é um carnaval eterno, uma festa, um foguetório, uma alegria. Entre travesseiros amassados e lençóis sujinhos de romance, o casal foi incrementado a sacanagem e a intimidade.
DOIS DEDINHOS DE PROSA
Até que um dia… Até que um dia, moças, ele, o namorado, pediu um fio terra. Sim, essa modalidade elétrica do sexo! O cara suplicou para que as mãozinhas dela dedicassem um especial carinho no furinho dele. E, sendo liberal, sendo moderna, sendo uma excelente namorada, a leitora dedilhou-lhe acordes lindos e sapecas naquela bundinha cabeluda.
Diante do estouro de prazer do sujeito, ela ficou feliz. Mas… Mas houve um porém! Olha aqui o porém: “João, não ligo de fazer o fio terra! Nem um pouco! O problema foi o que veio depois do primeiro dedinho…”
Meninas, o que veio depois do primeiro foi o segundo dedinho! Pois sim! O namorado liberou a porteira. Feliz com o trabalho realizado pelo fura-bolo dela, ele convidou o mindinho, o seu-vizinho, o pai-de-todos e até o mata-piolhos pra entrar no jogo! É, meninas! O namorado da leitora queria mais! Uma dedada era pouco! E foi assim que aquele batuque na retaguarda começou inocente e terminou na dúvida de hoje!
“João! Depois que o meu namorado pediu pra eu colocar os dois dedos, outro dia ele me contou que já usou um vibrador sozinho! Agora, advinha, ele fala que gostaria que eu aplicasse o vibrador nele… O que eu faço? Aliás, faço? Será que ele é gay? Vibrador parece um pênis…”
UMA DEFESA MAIS OU MENOS DO PRAZER ANAL
Opa! O que fazer?, ela me oferece uma coletânea de interrogações! Pensei aqui, e vou responder todas, todas elas! Isso aí, moças. Hoje eu vou falar do que não sei! Vou falar de fio terra, de prazer anal masculino!
ELE É GAY?
Não. Provavelmente, não. Mas só ele pode saber. E talvez você. O Ronnie Von certamente sabe! Nunca esqueça de conferir o Teorema Ronnie Von da masculinidade. Haverá, porém, uma corrente mais afanásia, mais cheia de orgulho hetero, que dirá que o cara que topa um afago sulino é supergay! Ou seja, depende do seu ponto de vista, se você pisa a vida com a canhotinha ou com a direita. Sinceramente, não importa tanto assim, né? Vocês são felizes? Você sente que ele gosta de você? A frequência sexual é boa? Ele tem um pôster do Bruce Willis de regata e metralhadora no quarto? Ele demonstra desejo e não é refém apenas do prazer traseiro? Sim!? Então tá tudo certo! Agora, se ele tem um pôster do Bruce Willis de tanga; se o fundo de tela do iPhone dele é a foto de um mastro grosso, roliço; se na cama, a primeira coisa que ele te oferece é a bundinha… Bom, se for assim, aí desconfia. O ponto, repito, é que só ele sabe. O lance do vibrador é estranho, é estranho mesmo. Mas ó, curtir um prazer heterodoxo não faz do sujeito gay. Faz dele excêntrico, faz dele arrojado, faz dele um nojo, faz dele assustador, faz dele uma graça. Depende de como você vê.
MAS É NORMAL?
Ah, o que é normal? Você sabe, eu sei, todo mundo sabe que há coisas feitas sozinho, a dois, a três, a cinco, a mil numa cama que nem a tampa do nosso caixão escutará. Sobre um lençol, debaixo de uma fronha, vale o que você quiser que valha. Conheço o caso dum sujeito que, diante da inevitabilidade, da aproximação do primeiro exame de próstata, resolveu incluir na dieta lúbrica o dedo no traseiro. Dizia ele que, já que era pra receber com regularidade anual um anal, ué, que mal teria em praticar a coisa com a esposa? Diz essa mesma lenda que ele é feliz e não tem câncer!
É VERDADE QUE HOMENS SENTEM PRAZER NA REGIÃO?
Não sei, mas parece que é. Lembro de uma antiga namorada. Ela me contava como o ex só conseguia chegar lá quando ela engatava nele uma marcha ré. Escutei mais uma ou duas inconfidências sobre o tema de outras pessoas. E nada mais. O tema impõe um profundo, um completo silêncio entre a nação barbada. Impera uma metálica omertà, aquela boca de siri honrada que só os mafiosos entendem. Mas dei uma googlada frugal aqui e ali. Vi que tem médico confirmando: a região do períneo, a famosa faixa de gaza (o terreno que separa as duas bolinhas do furico masculino) é um parque cheio de sensibilidades. Não quer dizer que todo cara curta, mas não é anormal, dizem os doutores, que o sujeito abra um sorriso meio sem graça com um carinho no oriente médio.
Devo fazer, então? Todo homem curte? Como tentar aplicar um fio terra?
Bom, primeiro de tudo: não! Não faça assim! Não vá pensando que ele é seu! Eu diria que a maioria, a maioria mesmo, não curte. Se você tem essa fantasia, precisa ser muito delicada na aproximação. É obrigatório pressupor que o cara não quer, não curte. A dica: dá uma chegadinha, uma escorregadinha inocente com os dedos na faixa de gaza. Se o cara curtir, se ele não te tirar de lá, se ele gemer, se ele deixar, taí a tua resposta.
NÃO QUERO FAZER FIO TERRA. COMO DIZER?
Dizendo. Ou antes disso, sugerindo o seu desgosto. O recado é dado simplesmente não fazendo. O moço provavelmente já vai ter vergonha demais pra insistir na ideia. Agora, se ele pede e o troço te ofende, diga. Com carinho, com doçura, com humor, mas diga não.
ELE QUER UM VIBRADOR NO TRASEIRO. DEVO OU NÃO DEVO?
Olha, taí uma pergunta quente, elétrica. O problema é quando o cara começa a exagerar na dose, né? Quando ele não quer apenas um fio terra, ele quer uma Belo Monte, ele quer uma Itaipu na retaguarda. Eu diria o seguinte: se você tá com essa dúvida, é porque não tá muito a fim de fazer. Se quisesse, já tinha aplicado até um concorde em miniatura na poupança amada sem dividir isso aqui com a gente. Assim, digo: é melhor não avançar ao mundo do vibrador no fiofó dele. Tara só é legal de dividir quando os dois curtem.
FIZ NELE, ELE QUER FAZER EM MIM. DEIXO?
Deu vontade, deixa. Não deu vontade, não deixa. Eu sou sempre a favor dos casais que tentam aquilo que querem, sem medo, sem trava. Moças, saibam: homens gostam de pegar no seu popô. A gente entende que do lado daí a coisa também é complicada, mas diria que passa dos 90% a quantidade de machos que adorariam fazer o movimento “cartão eletrônico” no seu pão de açúcar! Bateu o desejo, mulher? Faça! Deixe! Ousar um pouco às vezes ensina prazeres desconhecidos.



Um comentário:

  1. Eu ja enrabei alguns amigos com vibrador de cintura

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